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[[File:0000210 kuan-yin-from-nelson-atkins-museum-2295AX 600.jpeg|thumb]]
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[[File:0000210 kuan-yin-from-nelson-atkins-museum-2295AX 600.jpeg|thumb|alt=Statue of Kuan Yin, Nelson-Atkins Museum of Art, Kansas City, Missouri|Imagem de Kuan Yin, Museu de Artes Nelson-Atkins, Cidade de Kansas, Estado de Missouri.]]
    
'''Kuan Yin''' é reverenciada no Budismo como a Salvadora compassiva, a Bodhisattva da Misericórdia. Amada como figura materna e medianeira divina, sempre próxima das atividades diárias dos devotos, o papel de Kuan Yin como Madona Budista é comparado ao que [[Special:MyLanguage/Mother Mary|Maria, mãe de Jesus]], desempenha no Ocidente. Em todo o Extremo Oriente, devotos pedem-lhe orientação e ajuda em todas as áreas da vida. Nos templos, residências e grutas à beira da estrada, é possível encontrar altares que lhe são dedicados.
 
'''Kuan Yin''' é reverenciada no Budismo como a Salvadora compassiva, a Bodhisattva da Misericórdia. Amada como figura materna e medianeira divina, sempre próxima das atividades diárias dos devotos, o papel de Kuan Yin como Madona Budista é comparado ao que [[Special:MyLanguage/Mother Mary|Maria, mãe de Jesus]], desempenha no Ocidente. Em todo o Extremo Oriente, devotos pedem-lhe orientação e ajuda em todas as áreas da vida. Nos templos, residências e grutas à beira da estrada, é possível encontrar altares que lhe são dedicados.
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comerciantes, artesãos, dos que estão sendo processados criminalmente
 
comerciantes, artesãos, dos que estão sendo processados criminalmente
 
e dos que desejam ter filhos. Existe uma confiança implícita na graça salvadora e nos poderes de cura de Kuan Yin. Muitos acreditam que a simples recitação do seu nome atrairá a sua presença, instantaneamente. O ''[[Special:MyLanguage/Kuan Yin’s Crystal Rosary|Rosário de Cristal de Kuan Yin]]'' contém os seus mantras e é um meio poderoso de invocar a sua intercessão.
 
e dos que desejam ter filhos. Existe uma confiança implícita na graça salvadora e nos poderes de cura de Kuan Yin. Muitos acreditam que a simples recitação do seu nome atrairá a sua presença, instantaneamente. O ''[[Special:MyLanguage/Kuan Yin’s Crystal Rosary|Rosário de Cristal de Kuan Yin]]'' contém os seus mantras e é um meio poderoso de invocar a sua intercessão.
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[[File:0001092 Kuan-Yin-willow-branch-poster-4345 600.jpeg|thumb|left|upright|alt=Old Korean painting of Kuan Yin|"Avalokitesvara com Galho de Salgueiro", Pergaminho de Seda suspenso, c. 1310, Dinastia Goryeo (Coréia)]]
    
== Tradições no Oriente ==
 
== Tradições no Oriente ==
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[[File:0001092 Kuan-Yin-willow-branch-poster-4345 600.jpeg|thumb|upright]]
      
Por muitos séculos, Kuan Yin simbolizou o grande ideal do budismo
 
Por muitos séculos, Kuan Yin simbolizou o grande ideal do budismo
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Segundo a lenda, Avalokiteshvara nasceu de um raio de luz branca
 
Segundo a lenda, Avalokiteshvara nasceu de um raio de luz branca
 
que o olho direito de [[Special:MyLanguage/Amitabha|Amitabha]], o Buda da luz ilimitada, emitiu enquanto estava em êxtase. Avalokiteshvara, ou Kuan Yin, é vista como um “reflexo” de Amitabha – uma emanação ou encarnação de ''maha karuna'' (grande compaixão), a qualidade que Amitabha personifica. Os devotos acreditam que, como redentora misericordiosa, Kuan Yin expressa a compaixão de Amitabha de maneira mais direta e pessoal, e que as preces que lhe são oferecidas são respondidas mais rapidamente.
 
que o olho direito de [[Special:MyLanguage/Amitabha|Amitabha]], o Buda da luz ilimitada, emitiu enquanto estava em êxtase. Avalokiteshvara, ou Kuan Yin, é vista como um “reflexo” de Amitabha – uma emanação ou encarnação de ''maha karuna'' (grande compaixão), a qualidade que Amitabha personifica. Os devotos acreditam que, como redentora misericordiosa, Kuan Yin expressa a compaixão de Amitabha de maneira mais direta e pessoal, e que as preces que lhe são oferecidas são respondidas mais rapidamente.
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[[File:0000214 kuan-yin-on-a-dragon-2331AX 600.jpeg|thumb|upright|alt=Painting of Kuan Yin in Chinese style, riding a dragon in the midst of a turbulent sea|Kuan Yin cavalgando um dragão. Esta imagem também representa a mestria de Kuan Yin com o elemento da água, da mesma maneira que a mestria de Nossa Senhora com o elemento da água está representado nas imagens dela com a lua debaixo dos seus pés.]]
    
Na tradição budista, Kuan Yin às vezes é retratada como o capitão da “Barca da Salvação”, transportando almas através do mar agitado de seu carma para o Paraíso Ocidental de Amitabha, ou [[Special:MyLanguage/Pure Land|Terra Pura]], a terra da felicidade onde as almas podem renascer para receber instruções contínuas em direção à meta de iluminação e perfeição.
 
Na tradição budista, Kuan Yin às vezes é retratada como o capitão da “Barca da Salvação”, transportando almas através do mar agitado de seu carma para o Paraíso Ocidental de Amitabha, ou [[Special:MyLanguage/Pure Land|Terra Pura]], a terra da felicidade onde as almas podem renascer para receber instruções contínuas em direção à meta de iluminação e perfeição.
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Na tradição budista, Kuan Yin às vezes é retratada como o capitão da “Barca da Salvação”, transportando almas através do mar agitado de seu carma para o Paraíso Ocidental de Amitabha, ou Terra Pura, a terra da felicidade onde as almas podem renascer para receber instruções contínuas em direção à meta de iluminação e perfeição. A jornada a Terra Pura é representada com frequência em xilogravuras mostrando barcos cheios de seguidores de Amitabha sob a capitania de Kuan Yin.
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Um dos principais emblemas de Kuan Yin é o galho de salgueiro. Conforme a crença budista, ela usa o galho do salgueiro para afastar as doenças e borrifar o néctar da sabedoria e da compaixão sobre todos os que invocam sua ajuda. Em algumas tradições asiáticas, orações para curar doenças eram feitas enquanto se acariciava a pessoa afetada com um galho de salgueiro.
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Kuan Yin é considerada a protetora das crianças e, por isso, muitas vezes é retratada com um bebê. Em Taiwan, também existe a lenda de que em uma de suas encarnações ela era mãe e, portanto, é retratada com seu próprio filho.
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Kuan Yin também é frequentemente retratada encima de um dragão. O dragão para o povo chinês representa a China e sua linhagem divina. É também um símbolo de todo o Espírito da [[Special:MyLanguage/Great White Brotherhood|Grande Fraternidade Branca]]. Em sua antítese, o dragão é visto no [[Special:MyLanguage/Book of Revelation|Livro do Apocalipse]] dando poder às feras. Portanto, um dragão é uma forma-pensamento de uma grande hierarquia - seja incorporando as forças da Luz ou as forças das Trevas.
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Na tradição chinesa, o dragão e o pássaro [[Special:MyLanguage/Phoenix|fênix]] juntos representam o yang e o yin do T’ai Chi em movimento giratório rápido. Portanto, a imagem de Kuan Yin montando um dragão mostra que ela tinha domínio sobre aquele dragão no sentido de ser a sua mestre.
    
== Miao Shan ==
 
== Miao Shan ==
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[[File:The Tiger Carries Off Miao Shan.jpg|thumb|upright|alt=Painting in Chinese style of Miao Shan on the back of a tiger|Miao Shan sendo levada por um tigre]]
    
É amplamente difundida a crença de que Kuan Yin encarnou como
 
É amplamente difundida a crença de que Kuan Yin encarnou como
 
a terceira filha de Miao Chuang Wang, que se identificava com a dinastia Chou e governou um reino no norte da China, por volta de 700
 
a terceira filha de Miao Chuang Wang, que se identificava com a dinastia Chou e governou um reino no norte da China, por volta de 700
a.C. De acordo com a lenda, ela estava determinada a devotar-se à vida
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a.C. O rei havia tomado seu trono pela força das armas e desejava desesperadamente que um herdeiro homem o sucedesse. Portanto, teve três filhas. A mais nova, Miao Shan, era uma criança devota que “observava escrupulosamente todos os princípios das doutrinas budistas. A vida virtuosa para ela, de fato, era algo de sua própria natureza.” <ref>Este relato foi adaptado de Edward TC Werner, ''Myths and Legends of China'' (Londres: Harrap, 1922), capítulo X.</ref >
religiosa. Recusou-se a casar, apesar da ordem do pai e das súplicas dos amigos e, finalmente recebeu autorização para entrar no Convento do Pássaro Branco, em Lungshu Hsien. Ali, por ordem do pai, foi designada para fazer as tarefas mais humilhantes, o que, de forma alguma, diminuiu o amor fervoroso que nutria por Deus.
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Ela reconheceu a impermanência da riqueza e da glória e desejava nada além de "um retiro tranquilo em uma montanha solitária". Ela disse a suas irmãs: “Se algum dia eu puder alcançar um alto grau de bondade ... Resgatarei meu pai e minha mãe e os levarei para o Céu; Eu salvarei os miseráveis e aflitos na Terra; vou converter os espíritos que praticam o mal e os levarei a praticar o bem.”
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O pai de Miao Shan decidiu encontrar um marido para ela que fosse capaz de governar o reino. O rei explicou seus planos e disse a ela que todas as suas esperanças estavam nela. Miao Shan disse que não desejava se casar porque desejava atingir a perfeição e o estado de Buda.
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O rei ficou bravo. "Alguém já conheceu a filha de um rei que se tornou freira?" ele perguntou. Logo, ele exigiu que ela se casasse, imediatamente, com um acadêmico ou militar. Reconhecendo que ela não poderia desobedecer abertamente às ordens de seu pai, Miao Shan disse que ela se casaria imediatamente com um médico, já que ela ainda poderia se tornar um Buda. Indignado, o rei ordenou a seu oficial que a levasse para o jardim da Rainha "e a deixasse morrer de frio lá."
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Miao Shan retirou-se para o jardim feliz por trocar os prazeres do palácio pela doçura da solidão. Seus pais, irmãs e damas da corte tentaram em vão dissuadir Miao Shan de seu propósito. Em vez disso, ela pediu permissão ao pai para morar no Convento do Pássaro Branco. O rei consentiu, mas enviou ordens estritas ao convento para que as freiras fizessem tudo ao seu alcance para persuadir Miao Shan a partir.
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As freiras tentaram, mas falharam. Elas então decidiram colocar Miao Shan no comando da cozinha, onde, se ela falhasse, eles poderiam dispensá-la. Miao Shan concordou com tanta alegria que tocou o coração do Mestre do Céu, que ordenou que os espíritos do céu a ajudassem em seus deveres.
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O superior do convento pediu então ao rei que chamasse de volta sua filha. O rei enviou cinco mil soldados para cercar o Convento do Pássaro Branco e incendiá-lo junto com as freiras. As freiras invocaram a ajuda do Céu, mas disseram a Miao Shan: “Foi você quem trouxe sobre nós este terrível desastre”.
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Miao Shan concordou que era verdade. Ela se ajoelhou e orou ao céu e depois espetou o céu da boca com o grampo de cabelo de bambu e cuspiu o sangue que fluía para o céu. Grandes nuvens se formaram imediatamente e as chuvas apagaram o incêndio que ameaçava o convento. As freiras se ajoelharam e agradeceram a Miao Shan por salvar suas vidas.  
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Irritado com a devoção de Kuan Yin, o pai ordenou que ela fosse executada, mas quando a espada a tocou, quebrou-se em milhares de pedaços. Ele então determinou que ela fosse asfixiada, mas, quando sua alma deixouo corpo e desceu ao inferno, Kuan Yin transformou-o em um paraíso. Levada por uma flor de lótus para a ilha de P’ootoo, perto de Nimpo, passou nove anos curando doentes e salvando marinheiros de naufrágios.
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O rei, informado desse milagre, ficou furioso e ordenou que o chefe da guarda decapitasse imediatamente Miao Shan. Quando a execução estava para começar, o céu ficou nublado, mas uma luz brilhante cercou Miao Shan. Quando a espada do carrasco caiu em seu pescoço, ela se quebrou. Um lança dirigida a ela caiu em pedaços.  
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O rei ordenou que ela fosse estrangulada com uma corda de seda. Mas um tigre saltou para o terreno de execução, dispersou os algozes, colocou o corpo inanimado de Miao Shan nas costas e desapareceu na floresta de pinheiros.
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[[File:Statue of Guanyin, Mt Putuo, China.jpg|thumb|left|alt=caption|Estátua de Kuan Yin com trinta e três metros de altura no Monte P’u-t’o, a sagrada ilha-montanha que se tornou um centro de devoção a Kuan Yin]]
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A alma de Miao Shan, que não foi ferida, foi levada para o mundo inferior, o inferno. Ela orou e o inferno se transformou em um paraíso. Ela foi enviada de volta à Terra para retomar sua vida lá. Carregou uma flor de lótus para a ilha de P’u-t’o Shan - a sagrada montanha-ilha no arquipélago Chusan, na costa de Chekiang - ela viveu por nove anos curando os doentes e salvando marinheiros de naufrágios.
    
Diz-se que, quando recebeu a notícia da doença do pai, ela cortou a carne dos braços e usou-a como remédio para salvar-lhe a vida. Em
 
Diz-se que, quando recebeu a notícia da doença do pai, ela cortou a carne dos braços e usou-a como remédio para salvar-lhe a vida. Em
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hoje Kuan Yin, é retratada às vezes com “mil braços e mil olhos”, com
 
hoje Kuan Yin, é retratada às vezes com “mil braços e mil olhos”, com
 
os quais pode ver e auxiliar um grande número de pessoas do seu povo.
 
os quais pode ver e auxiliar um grande número de pessoas do seu povo.
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Durante o século XII, monges budistas se estabeleceram em P’u-t’o Shan, e a devoção a Kuan Yin se espalhou por todo o norte da China. Esta ilha pitoresca tornou-se o principal centro de adoração da compassiva Salvadora; multidões de peregrinos viajavam dos lugares mais remotos da China e até mesmo da Manchúria, Mongólia e Tibete para assistir aos serviços majestosos lá realizados. Ao mesmo tempo, havia mais de cem templos na ilha e mais de mil monges. A tradição em torno da ilha de P’u-t’o relata inúmeras aparições e milagres realizados por Kuan Yin, que, acredita-se, se revela aos fiéis em uma certa caverna na ilha.
    
== O ideal de bodhisattva ==
 
== O ideal de bodhisattva ==
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<blockquote>Quando somos um só com a vida inteira, tomamos consciência de todas as suas manifestações, da mais baixa à mais elevada. Isso faz parte do ideal de bodhisattva dos que permanecem junto aos homens. E no planeta há um grande número deles, embora sejam poucos se comparados aos que seguem o seu caminho, levando uma existência desordenada. Trata-se de uma ordem muito elevada e sagrada e sugiro que penseis longa e profundamente sobre esse chamamento, antes de responderdes dizendo: “Vou fazer o mesmo!”</blockquote>
 
<blockquote>Quando somos um só com a vida inteira, tomamos consciência de todas as suas manifestações, da mais baixa à mais elevada. Isso faz parte do ideal de bodhisattva dos que permanecem junto aos homens. E no planeta há um grande número deles, embora sejam poucos se comparados aos que seguem o seu caminho, levando uma existência desordenada. Trata-se de uma ordem muito elevada e sagrada e sugiro que penseis longa e profundamente sobre esse chamamento, antes de responderdes dizendo: “Vou fazer o mesmo!”</blockquote>
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<blockquote>Quando passam éons e a chama que carregamos não consegue tocar os homens, lembrai-vos que poderíeis ter desejado escolher um outro caminho mais fácil ou mais gratificante. À medida que os séculos, os milênios e os ciclos passam e os indivíduos que nutrimos com o poder da chama do nosso coração continuam envolvidos nas mesmas situações mundanas, nós acabamos por suplicar a Deus, dizendo: “Ó S<small>ENHOR</small>, quanto tempo esta geração voluntariosa, se recusará a conhecer a sua divindade e o amor do fogo sagrado que há tanto tempo vimos mantendo?”<ref>Kuan Yin, “The Quality of Mercy for the Regeneration of the Youth of the World” (A Qualidade da Misericórdia para a Regeneração da Juventude), ''Pérolas de Sabedoria'', 1982, Livro II, p. 120-21.</ref></blockquote>  
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<blockquote>Quando passam éons e a chama que carregamos não consegue tocar os homens, lembrai-vos que poderíeis ter desejado escolher um outro caminho mais fácil ou mais gratificante. À medida que os séculos, os milênios e os ciclos passam e os indivíduos que nutrimos com o poder da chama do nosso coração continuam envolvidos nas mesmas situações mundanas, nós acabamos por suplicar a Deus, dizendo: “Ó S<small>ENHOR</small>, quanto tempo esta geração voluntariosa, se recusará a conhecer a sua divindade e o amor do fogo sagrado que há tanto tempo vimos mantendo?”<ref>Kuan Yin, “The Quality of Mercy for the Regeneration of the Youth of the World” (A Qualidade da Misericórdia para a Regeneração da Juventude), ''Pérolas de Sabedoria'', 1982, Livro II, p. ''120-21''.</ref></blockquote>  
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[[File:100598M-medres.jpg|thumb|Kuan Yin]]
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[[File:100598M-medres.jpg|thumb|alt=Kuan Yin, seated|Kuan Yin]]
    
== A chama da misericórdia ==
 
== A chama da misericórdia ==
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Kuan Yin lembra-nos: “Quando sentirdes necessidade de vos fortalecer, iluminar, purificar e curar, lembrai-vos de que todas essas qualidades chegam até vós, vindas do coração de Deus, graças ao poder da própria chama da misericórdia. Com o perdão, chega uma oportunidade renovada para cumprir a Lei e sem ele não se progride muito”.<ref>Kuan Yin, “Karma, Mercy and the Law” (Carma, Misericórdia e a Lei), ''Pérolas de Sabedoria'', 1982, Livro II, p. ''106''.</ref> Para retomar a caminhada com Deus, precisamos de perdão.
 
Kuan Yin lembra-nos: “Quando sentirdes necessidade de vos fortalecer, iluminar, purificar e curar, lembrai-vos de que todas essas qualidades chegam até vós, vindas do coração de Deus, graças ao poder da própria chama da misericórdia. Com o perdão, chega uma oportunidade renovada para cumprir a Lei e sem ele não se progride muito”.<ref>Kuan Yin, “Karma, Mercy and the Law” (Carma, Misericórdia e a Lei), ''Pérolas de Sabedoria'', 1982, Livro II, p. ''106''.</ref> Para retomar a caminhada com Deus, precisamos de perdão.
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[[File:0000165_kuan-yin-by-ruth-hawkins-2108AX_600.jpeg|thumb|Kuan Yin, por Ruth Hawkins]]
      
== A necessidade de perdão ==
 
== A necessidade de perdão ==
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psiquiatra, o psicólogo, ministro, sacerdote, rabino e o amigo a quem podemos recorrer diariamente para nos aliviar. Era o que faziam os índios americanos quando, à noite, formavam um círculo em volta de uma fogueira e discutiam os acontecimentos do dia. E lançavam na chama tudo aquilo de que não gostavam. É o mesmo princípio que tem sido ensinado por todas as [[Special:MyLanguage/religion|religiões]]. Quando lançamos na chama o que nos desagrada, conseguimos dormir em paz. Muitas vezes temos insônias por que não nos livramos do carma e do jugo diários e, portanto, não ficamos em paz conosco, nem com Deus.
 
psiquiatra, o psicólogo, ministro, sacerdote, rabino e o amigo a quem podemos recorrer diariamente para nos aliviar. Era o que faziam os índios americanos quando, à noite, formavam um círculo em volta de uma fogueira e discutiam os acontecimentos do dia. E lançavam na chama tudo aquilo de que não gostavam. É o mesmo princípio que tem sido ensinado por todas as [[Special:MyLanguage/religion|religiões]]. Quando lançamos na chama o que nos desagrada, conseguimos dormir em paz. Muitas vezes temos insônias por que não nos livramos do carma e do jugo diários e, portanto, não ficamos em paz conosco, nem com Deus.
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Temos necessidade de nos confessar, de contar a Deus o que fizemos em desacordo com a Sua Lei. Enquanto não o fazemos e não pedimos que a Sua chama passe por nós, nutrimos um sentimento de culpa, de medo, de vergonha e, sobretudo, de estarmos separados d’Ele. Hoje em dia, isso manifesta-se em diferentes tipos de doenças mentais e emocionais, em dupla personalidade, ódio ao pai e à mãe, ódio aos filhos e outros tantos problemas dos quais a sociedade moderna se tornou presa. Invocar a lei do perdão é o caminho que nos leva de volta ao Guru, ao Cristo Interior.
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Temos necessidade de nos confessar, de contar a Deus o que fizemos em desacordo com a Sua Lei. Enquanto não o fazemos e não pedimos que a Sua chama passe por nós, nutrimos um sentimento de culpa, de medo, de vergonha e, sobretudo, de estarmos separados d’Ele. Hoje em dia, isso manifesta-se em diferentes tipos de doenças mentais e emocionais, em dupla personalidade, ódio ao pai e à mãe, ódio aos filhos e outros tantos problemas dos quais a sociedade moderna tornou-se presa. Invocar a [[Special:MyLanguage/law of forgiveness|lei do perdão]] é o caminho que nos leva de volta ao Guru, ao Cristo Interior.
    
Precisamos invocar o perdão para nós mesmos e para todas as partes da vida: todos que nos prejudicaram e todos aqueles a quem prejudicamos. [[Special:MyLanguage/Saint Germain|Saint Germain]] ensina que quando invocamos o perdão, devemos fazê-lo com muito amor no coração. Os outros precisam saber que nós
 
Precisamos invocar o perdão para nós mesmos e para todas as partes da vida: todos que nos prejudicaram e todos aqueles a quem prejudicamos. [[Special:MyLanguage/Saint Germain|Saint Germain]] ensina que quando invocamos o perdão, devemos fazê-lo com muito amor no coração. Os outros precisam saber que nós
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O fundamento da senda da vida abundante ou da ciência é o perdão. É a resolução harmoniosa entre todas as partes de Deus. É uma ação amorosa intensa da chama da liberdade. As energias da [[Special:MyLanguage/Violet flame|chama violeta]],
 
O fundamento da senda da vida abundante ou da ciência é o perdão. É a resolução harmoniosa entre todas as partes de Deus. É uma ação amorosa intensa da chama da liberdade. As energias da [[Special:MyLanguage/Violet flame|chama violeta]],
 
as energias de Deus, estão sempre pulsando, sempre se movimentando e transmutando os registros do subconsciente. O perdão é o cumprimento da Lei, como lemos em Isaías: “Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.”<ref>Is 1:18.</ref>
 
as energias de Deus, estão sempre pulsando, sempre se movimentando e transmutando os registros do subconsciente. O perdão é o cumprimento da Lei, como lemos em Isaías: “Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.”<ref>Is 1:18.</ref>
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[[File:HainanSanya2-cropped.jpg|thumb|alt=caption|upright=1.2|Estátua de Kuan Yin de 108 metros de altura (354 pés) na Ilha de Haihan, no Mar da China Meridional]]
    
== A necessidade de perdão ==
 
== A necessidade de perdão ==
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[[File:0000214 kuan-yin-on-a-dragon-2331AX 600.jpeg|thumb|Kuan Yin cavalgando um dragão]]
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Se você espera que Deus o perdoe, precisa estar pronto para perdoar setenta vezes sete vezes, como ensinou o Mestre [[Special:MyLanguage/Jesus|Jesus]]. “Os homens passam por testes, pequenos e grandes”, diz Kuan Yin, “e a intolerância que permanece na consciência de alguns também se deve à recusa a perdoar. Os que não conseguem perdoar seu semelhante, por que ele não pensa ou professa o mesmo credo – esses sofrem de uma dureza de coração que aprisiona a chama do amor e obstrui o fluxo da sabedoria”.<ref>Kuan Yin, “Mercy: The Fire That Tries Every Man’s Works“ (O Fogo que Põe à Prova a Obra de Todo Homem), ''Pérolas de Sabedoria'', 1982, Livro II, p. ''95''.</ref>  
 
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Se você espera que Deus o perdoe, precisa estar pronto para perdoar setenta vezes sete vezes, como ensinou o mestre Jesus. “Os homens passam por testes, pequenos e grandes”, diz Kuan Yin, “e a intolerância que permanece na consciência de alguns também se deve à recusa a perdoar. Os que não conseguem perdoar seu semelhante, por que ele não pensa ou professa o mesmo credo – esses sofrem de uma dureza de coração que aprisiona a chama do amor e obstrui o fluxo da sabedoria”.<ref>Kuan Yin, “Mercy: The Fire That Tries Every Man’s Works“ (O Fogo que Põe à Prova a Obra de Todo Homem), ''Pérolas de Sabedoria'', 1982, Livro II, p. ''95''.</ref>  
      
A misericórdia da Lei é como uma via de mão dupla. É o sinal
 
A misericórdia da Lei é como uma via de mão dupla. É o sinal
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A cor violeta tem matizes que variam do rosa-arroxeado da chama
 
A cor violeta tem matizes que variam do rosa-arroxeado da chama
 
da misericórdia, altamente saturada com a cor rosa do amor divino, até à púrpura profunda, que concentra uma quantidade maior do azul da vontade de Deus. A chama purpúrea tem uma ação eletrônica bastante purificadora e, quando usada alternadamente com os decretos do raio verde da cura, limpa e cura, efetivamente, os [[Special:MyLanguage/four lower bodies|quatro corpos inferiores]], especialmente o [[Special:MyLanguage/etheric body|corpo etérico]] (o corpo da memória) dos registros do passado que podem estar profundamente encaixados no subconsciente.  Para invocar a chama purpúrea, basta substituir a palavra “violeta” pela palavra “purpúrea”, em qualquer decreto daquela chama. Geralmente, o corpo etérico é o mais difícil de ser penetrado e, portanto, repetir determinado mantra trinta e seis vezes pode ser muito eficaz para limpar momentuns antigos.
 
da misericórdia, altamente saturada com a cor rosa do amor divino, até à púrpura profunda, que concentra uma quantidade maior do azul da vontade de Deus. A chama purpúrea tem uma ação eletrônica bastante purificadora e, quando usada alternadamente com os decretos do raio verde da cura, limpa e cura, efetivamente, os [[Special:MyLanguage/four lower bodies|quatro corpos inferiores]], especialmente o [[Special:MyLanguage/etheric body|corpo etérico]] (o corpo da memória) dos registros do passado que podem estar profundamente encaixados no subconsciente.  Para invocar a chama purpúrea, basta substituir a palavra “violeta” pela palavra “purpúrea”, em qualquer decreto daquela chama. Geralmente, o corpo etérico é o mais difícil de ser penetrado e, portanto, repetir determinado mantra trinta e seis vezes pode ser muito eficaz para limpar momentuns antigos.
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[[File:0000165_kuan-yin-by-ruth-hawkins-2108AX_600.jpeg|thumb|alt=Painting of Kuan Yin by Ruth Hawkins|Kuan Yin, por [[Special:MyLanguage/Ruth Hawkins|Ruth Hawkins]]]]
    
== Serviço no Conselho do Carma ==
 
== Serviço no Conselho do Carma ==
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<blockquote>Pedi por muitos de vós aos [[Special:MyLanguage/Lords of Karma|Senhores do Carma]] para que tivésseis a oportunidade de encarnar, de vos tornardes íntegros e de não precisardes lidar, no físico, com o pesado carma de nascerdes aleijados ou cegos, como alguns de vós merecíeis. Intercedi com a chama da misericórdia em vosso favor, para que pudésseis perseguir, com a liberdade de um corpo e de uma mente sãos, a luz da Lei. Alguns, a quem essa misericórdia foi negada pelos Senhores do Carma estão, hoje, nos hospícios. Isso foi-lhes imposto para que sentissem a agonia de não poder contar com a presença da mente Crística, para que saibam o que significa desonrá-la e para que retornem em outra vida e apreciem a dádiva da razão, a dádiva da busca da Palavra Sagrada Encarnada, pelo poder do Logos.</blockquote>
 
<blockquote>Pedi por muitos de vós aos [[Special:MyLanguage/Lords of Karma|Senhores do Carma]] para que tivésseis a oportunidade de encarnar, de vos tornardes íntegros e de não precisardes lidar, no físico, com o pesado carma de nascerdes aleijados ou cegos, como alguns de vós merecíeis. Intercedi com a chama da misericórdia em vosso favor, para que pudésseis perseguir, com a liberdade de um corpo e de uma mente sãos, a luz da Lei. Alguns, a quem essa misericórdia foi negada pelos Senhores do Carma estão, hoje, nos hospícios. Isso foi-lhes imposto para que sentissem a agonia de não poder contar com a presença da mente Crística, para que saibam o que significa desonrá-la e para que retornem em outra vida e apreciem a dádiva da razão, a dádiva da busca da Palavra Sagrada Encarnada, pelo poder do Logos.</blockquote>
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<blockquote>Não tendes a noção do que esteve em jogo na vossa vida por terdes recebido a chama da misericórdia. Pedistes, Deus respondeu e a chama da misericórdia fluiu pelo meu coração e pelas minhas mãos. Digo isto para que também tenhais sabedoria para compreenderdes que, quando a misericórdia vos foi concedida por um certo tempo, espera-se de vós que ofereçais os frutos da misericórdia, seguindo as obras do S<small>ENHOR</small> e o caminho da sabedoria”.<ref>Kuan Yin, Mercy: The Fire That Tries Every Man’s Works (O Fogo que Põe à Prova a Obra de Todo Homem), Pérolas de Sabedoria, 1982, Livro II, p. 96.</ref></blockquote>
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<blockquote>Não tendes a noção do que esteve em jogo na vossa vida por terdes recebido a chama da misericórdia. Pedistes, Deus respondeu e a chama da misericórdia fluiu pelo meu coração e pelas minhas mãos. Digo isto para que também tenhais sabedoria para compreenderdes que, quando a misericórdia vos foi concedida por um certo tempo, espera-se de vós que ofereçais os frutos da misericórdia, seguindo as obras do S<small>ENHOR</small> e o caminho da sabedoria”.<ref>Kuan Yin, “Mercy: The Fire That Tries Every Man’s Works” (O Fogo que Põe à Prova a Obra de Todo Homem), ''Pérolas de Sabedoria'', 1982, Livro II, p. ''96''.</ref></blockquote>
    
A Bodhisattva Kuan Yin é chamada '''Deusa da Misericórdia''' porque encarna as qualidades divinas da misericórdia, da compaixão e do perdão. Ela integra o [[Special:MyLanguage/Karmic Board|Conselho do Carma]] representando o sétimo raio – o raio violeta. Ela também desempenhou o cargo de [[Special:MyLanguage/chohan|chohan]] do sétimo raio até que [[Special:MyLanguage/Saint Germain|Saint Germain]] o assumisse, no final dos anos 1700.  
 
A Bodhisattva Kuan Yin é chamada '''Deusa da Misericórdia''' porque encarna as qualidades divinas da misericórdia, da compaixão e do perdão. Ela integra o [[Special:MyLanguage/Karmic Board|Conselho do Carma]] representando o sétimo raio – o raio violeta. Ela também desempenhou o cargo de [[Special:MyLanguage/chohan|chohan]] do sétimo raio até que [[Special:MyLanguage/Saint Germain|Saint Germain]] o assumisse, no final dos anos 1700.  
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{{MTR-pt}}, s.v. “Kuan Yin.”
 
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{{POWref|31|57|, 9 de setembro de 1984}}
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Livreto do ''Rosário de Cristal de Kuan Yin'', introdução.
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Elizabeth Clare Prophet, 1 de julho de 1988.
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Elizabeth Clare Prophet, 5 de julho de 1996.
    
[[Category:Seres celestiais]]
 
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