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<blockquote> ... um dos maiores gênios religiosos de todos os tempos ... [Ele] foi um profeta, ou pelo menos se concebeu como tal; ele falou com seu Deus face a face .... [No entanto] sobre o Profeta em si não sabemos quase nada que seja autêntico.<ref>R. C. Zaehner, “Zoroastrianism,” em "The Concise Encyclopaedia of Living Faiths" (A enciclopedia concisa de crenças vivas), ed. R. C. Zaehner (1959; reimpressão, Boston: Beacon Press, 1967), pp. 222, 209. </ref></blockquote>
 
<blockquote> ... um dos maiores gênios religiosos de todos os tempos ... [Ele] foi um profeta, ou pelo menos se concebeu como tal; ele falou com seu Deus face a face .... [No entanto] sobre o Profeta em si não sabemos quase nada que seja autêntico.<ref>R. C. Zaehner, “Zoroastrianism,” em "The Concise Encyclopaedia of Living Faiths" (A enciclopedia concisa de crenças vivas), ed. R. C. Zaehner (1959; reimpressão, Boston: Beacon Press, 1967), pp. 222, 209. </ref></blockquote>
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Zaratustra viveu em uma sociedade inculta, que nada registrava. Os seus ensinamentos foram transmitidos oralmente e muito do que foi escrito mais tarde sobre a sua vida e os seus ensinamentos perdeu-se ou foi destruído. O material que os estudiosos conseguiram reunir sobre o Iniciado proveio de três fontes: o estudo do meio social, antes da época e na época em que se acredita que ele tenha vivido; a tradição e os ''Gathas'', dezessete hinos sagrados supostamente compostos por ele. Os Gathas estão registrados no Avesta, as escrituras sagradas do Zoroastrismo.
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Zaratustra viveu em uma sociedade inculta, que nada registrava. Os seus ensinamentos foram transmitidos oralmente e muito do que foi escrito mais tarde sobre a sua vida e os seus ensinamentos perdeu-se ou foi destruído. O material que os estudiosos conseguiram reunir sobre o Iniciado proveio de três fontes: o estudo do meio social, antes da época e na época em que se acredita que ele tenha vivido; a tradição e os Gathas, dezessete hinos sagrados supostamente compostos por ele. Os Gathas estão registrados no Avesta, as escrituras sagradas do Zoroastrismo.
    
[[File:Zoroaster_1.jpg|thumb|Cenas da vida de Zaratustra]]
 
[[File:Zoroaster_1.jpg|thumb|Cenas da vida de Zaratustra]]
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<blockquote>Para Zoroastro existe um só Deus, Criador do céu e da terra e de todas as coisas. Em suas relações com o mundo, Deus age por meio de suas principais “faculdades”, às vezes mencionadas como sendo geradas por Ele - Seu Espírito Santo, [Sua] Justiça, [Sua] boa mente e retidão. Além disso, Ele é o mestre do Reino, da Totalidade e da Imortalidade, que também formam aspectos de si mesmo.</blockquote>
 
<blockquote>Para Zoroastro existe um só Deus, Criador do céu e da terra e de todas as coisas. Em suas relações com o mundo, Deus age por meio de suas principais “faculdades”, às vezes mencionadas como sendo geradas por Ele - Seu Espírito Santo, [Sua] Justiça, [Sua] boa mente e retidão. Além disso, Ele é o mestre do Reino, da Totalidade e da Imortalidade, que também formam aspectos de si mesmo.</blockquote>
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<blockquote>Righteousness or Truth is the objective standard of right behaviour which God chooses.... Wickedness or disorder ... is the objective standard of all that strives against God, the standard which the Evil Spirit chooses at the beginning of existence. Evil imitates the good creation: and so we find the Evil Spirit operating against the Holy Spirit, the Evil Mind against the Good Mind, the Lie or wickedness against Truth or Righteousness, and Pride against Right-mindedness.</blockquote>
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<blockquote>Justiça ou Verdade é o padrão objetivo de comportamento correto que Deus escolhe ... Iniquidade ou desordem ... é o padrão objetivo de tudo que luta contra Deus, o padrão que o Espírito Maligno escolhe no início da existência. O mal imita a boa criação: e assim encontramos o Espírito Maligno operando contra o Espírito Santo, a Mente Maligna contra a Mente Boa, a Mentira ou maldade contra a Verdade ou a Justiça e o Orgulho contra a Mente certa.</blockquote>
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<blockquote>Evil derives from the wrong choice of a free being who must in some sense derive from God, but for whose wickedness God cannot be held responsible. Angra Mainyu or Ahriman, [names for] the Devil, is not yet co-eternal with God as he was to become in the later system: he is the Adversary of the Holy Spirit only, not of God himself.<ref>Zaehner, “Zoroastrianism,” p. 213.</ref></blockquote>
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<blockquote>O mal deriva da escolha errada de um ser livre que precisa, em algum sentido, derivar de Deus, mas por cuja maldade Deus não pode ser responsabilizado. Angra Mainyu ou Ahriman, [nomes para] o Diabo, ainda não é co-eterno com Deus como seria no sistema posterior: ele é o Adversário do Espírito Santo apenas, não do próprio Deus.<ref>Zaehner, “Zoroastrianism,” p. 213.</ref></blockquote>
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But in the end, according to Zoroastrian doctrine, Good will triumph over Evil. These concepts about the birth of Evil very closely parallel the concept of the birth of Evil found in the [[Kabbalah]].
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Mas no final, de acordo com a doutrina zoroastriana, o Bem triunfará sobre o Mal. Esses conceitos sobre o nascimento do Mal são muito parecidos com o conceito do nascimento do Mal encontrado na [[Special:MyLanguage/Kabbalah|Cabala]].
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== Morality ==
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== Moralidade ==
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Zarathustra’s concept of morality can be summed up with the words “good thoughts, good words, good deeds.<ref>Zaehner, “Zoroastrianism,p. 221.</ref> This is the threefold ethic of Zoroastrianism. Boyce writes:
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O conceito de moralidade de Zaratustra pode ser resumido nas palavras "bons pensamentos, boas palavras, boas ações".<ref>Zaehner, "Zoroastrianismo", p. 221.</ref> Esta é a ética tríplice do Zoroastrismo. Boyce escreve:
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<blockquote>All Zoroastrians, men and women alike, wear [a] cord as a girdle, passed three times round the waist and knotted at back and front. Initiation took place at the age of fifteen; and thereafter, every day for the rest of his life, the believer must himself untie and retie the cord repeatedly when praying. The symbolism of the girdle (called in Persian the “kusti”) was elaborated down the centuries; but it is likely that from the beginning the three coils were intended to symbolize the threefold ethic of Zoroastrianism, and so to concentrate the wearer's thoughts on the practice of his faith.</blockquote>
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<blockquote>Todos os zoroastrianos, homens e mulheres, usam [uma] corda como cinto, passada três vezes em volta da cintura e com nós nas costas e na frente. A iniciação ocorreu aos quinze anos; e depois disso, todos os dias pelo resto de sua vida, o próprio crente deve desatar e refazer a corda repetidamente ao orar. O simbolismo do cinto (chamado em persa de “kusti”) foi elaborado ao longo dos séculos; mas é provável que, desde o início, as três espirais pretendiam simbolizar a ética tríplice do Zoroastrismo e, assim, concentrar os pensamentos do usuário na prática de sua fé.</blockquote>
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<blockquote>Further, the kusti is tied over an inner shirt of pure white, the “sudra,” which has a little purse sewn into the throat; and this is to remind the believer that he should be continually filling its emptiness with the merit of good thoughts, words and deeds, and so be laying up treasure for himself in heaven.<ref>Boyce, ''Zoroastrians'', pp. 31–32.</ref></blockquote>
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<blockquote>Além disso, o kusti é amarrado sobre uma camisa interna de puro branco, o “sudra”, que tem uma bolsinha costurada na garganta; e isso é para lembrar ao crente que ele deve estar continuamente enchendo seu vazio com o mérito de bons pensamentos, palavras e ações, e assim acumular tesouros para si mesmo no céu.<ref>Boyce, "Zoroastrians", pp. 31–32.</ref></blockquote>
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[[File:ZoroastrianPriest Banier1741a.jpg|thumb|A Zoroastrian priest reads from a book while performing a sacrifice, Bernard Picart (1673–1733)]]
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[[File:ZoroastrianPriest Banier1741a.jpg|thumb|Um sacerdote zoroastriano lê um livro enquanto realiza um sacrifício, Bernard Picart (1673-1733)]]
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== Fire in Zoroastrianism ==
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== Fogo no zoroatrismo ==
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Fire also plays a central role in Zarathustra’s religion. Fire was a symbol of Ahura Mazda. It was also a symbol of Truth because of its power to destroy darkness.<ref>Zaehner, ''Dawn'', pp. 47–48.</ref> Bernard Springett writes in his book ''Zoroaster, the Great Teacher'':  
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O fogo também desempenha um papel central na religião de Zaratustra. O fogo era um símbolo de Ahura Mazda. Também era um símbolo da verdade devido ao seu poder de destruir as trevas.<ref>Zaehner, "Dawn", pp. 47-48.</ref>Bernard Springett escreve em seu livro "Zoroaster, o Grande Professor":  
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<blockquote>Fire, the great object of reverence of Zoroaster’s disciples,... has ever been looked upon as a symbol of Spirit, and of Deity, representing the ever-living and ever-active light—essence of the Supreme Being. The perpetual preservation of fire is the first of the five things consecrated by Zoroaster.... The perpetual preservation of fire typifies the essential truth that every man should in like manner make it his constant object to preserve the divine principle in himself which it symbolises.<ref>Springett, ''Zoroaster'', p. 60.</ref></blockquote>
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<blockquote>Fogo, o grande objeto de reverência dos discípulos de Zoroastro, ... sempre foi considerado um símbolo do Espírito e da Divindade, representando a luz sempre viva e sempre ativa - a essência do Ser Supremo. A preservação perpétua do fogo é a primeira das cinco coisas consagradas por Zoroastro ... A preservação perpétua do fogo tipifica a verdade essencial de que todo homem deve, da mesma maneira, tornar seu objeto constante a preservar o princípio divino em si mesmo que ele simboliza.<ref> Springett, "Zoroaster", p. 60.</ref></blockquote>
    
== Legado ==
 
== Legado ==
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No século sete a.C., época em que os medas assumiram o poder, o Zoroastrismo era a principal força na Pérsia. Em 331 a.C., quando conquistou aquele país, Alexandre, o Grande, matou os sacerdotes e queimou o palácio real, destruindo todos os registros da tradição zoroastrista.
 
No século sete a.C., época em que os medas assumiram o poder, o Zoroastrismo era a principal força na Pérsia. Em 331 a.C., quando conquistou aquele país, Alexandre, o Grande, matou os sacerdotes e queimou o palácio real, destruindo todos os registros da tradição zoroastrista.
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As Boyce describes it:  
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Assim como descreve Boyce:  
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<blockquote>The Zoroastrians sustained irreparable loss through the death of so many of their priests. In those days, when all religious works were handed down orally, the priests were the living books of the faith, and with mass slaughters many ancient works (the tradition holds) were lost, or only haltingly preserved.<ref>Boyce, ''Zoroastrians'', p. 79.</ref></blockquote>
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<blockquote>Os zoroastrianos sofreram perdas irreparáveis com a morte de muitos de seus sacerdotes. Naqueles dias, quando todas as obras religiosas eram transmitidas oralmente, os padres eram os livros vivos da fé, e com massacres em massa, muitas obras antigas (afirma a tradição) foram perdidas ou preservadas apenas hesitantemente.<ref>Boyce, "Zoroastristas", p. 79.</ref> </blockquote>
    
Por volta do ano 225, o Zoroastrismo ressurgiu na Pérsia e ali se manteve, como religião oficial, até 651, quando os muçulmanos  conquistaram o país. Embora a religião fosse tolerada, os conquistadores árabes incentivavam a conversão dos fiéis ao islamismo pressionando-os socialmente, dando incentivos econômicos ou pela força. Muitos zoroastristas se converteram ou optaram pelo exílio. Os zoroastristas leais que permaneceram na Pérsia tiveram de pagar impostos pelo privilégio de praticar a sua fé. Séculos mais tarde a perseguição aos zoroastristas aumentou. Em 1976, havia apenas cento e vinte e nove mil deles no mundo. Muito do que Zaratustra ensinou permanece vivo no Judaísmo, no Cristianismo e no Islamismo.<ref>Ibid., p. 226.</ref>
 
Por volta do ano 225, o Zoroastrismo ressurgiu na Pérsia e ali se manteve, como religião oficial, até 651, quando os muçulmanos  conquistaram o país. Embora a religião fosse tolerada, os conquistadores árabes incentivavam a conversão dos fiéis ao islamismo pressionando-os socialmente, dando incentivos econômicos ou pela força. Muitos zoroastristas se converteram ou optaram pelo exílio. Os zoroastristas leais que permaneceram na Pérsia tiveram de pagar impostos pelo privilégio de praticar a sua fé. Séculos mais tarde a perseguição aos zoroastristas aumentou. Em 1976, havia apenas cento e vinte e nove mil deles no mundo. Muito do que Zaratustra ensinou permanece vivo no Judaísmo, no Cristianismo e no Islamismo.<ref>Ibid., p. 226.</ref>
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[[File:1280px-Wiki Loves Monuments 2018 Iran - Yazd - Atash Behram-1.jpg|thumb|Fire Temple of Yazd, Iran. This Zoroastrian temple was built in 1934. The sacred fire of the temple is stated to have been burning since about <small>A</small>.<small>D</small>. 470.]]
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[[File:1280px-Wiki Loves Monuments 2018 Iran - Yazd - Atash Behram-1.jpg|thumb|Templo do fogo de Yazd, no Irã. Este templo zoroastriano foi construído em 1934. O fogo sagrado do templo está aceso desde cerca de <small>A</small>. <small>D</small>.470.]]
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According to Zaehner:
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De acordo com Zaehner:
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<blockquote>Zoroastrianism has practically vanished from the world today, but much of what the Iranian Prophet taught lives on in no less than three great religions—Judaism, Christianity and Islam. It seems fairly certain that the main teachings of Zoroaster were known to the Jews in the Babylonian captivity, and so it was that in those vital but obscure centuries that preceded the coming of Jesus Christ Judaism had absorbed into its bloodstream more of the Iranian Prophet’s teaching than it could well admit.</blockquote>
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<blockquote> Atualmente, o zoroastrismo praticamente desapareceu do mundo, mas muito do que o profeta iraniano ensinou vive em nada menos que três grandes religiões - judaísmo, cristianismo e islamismo. Parece bastante certo que os principais ensinamentos de Zoroastro eram conhecidos dos judeus no cativeiro da Babilônia, e assim foi que naqueles séculos vitais, mas obscuros, que precederam a vinda de Jesus Cristo, o Judaísmo absorveu em sua corrente sanguínea mais ensinamentos do Profeta Iraniano do que poderia muito bem admitir.</blockquote>
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<blockquote>It seems probable that it was from him and from his immediate followers that the Jews derived the idea of the immortality of the soul, of the resurrection of the body, of a Devil who works not as a servant of God but as his Adversary, and perhaps too of an eschatological Saviour who was to appear at the end of time. All these ideas, in one form or another, have passed into both Christianity and Islam.<ref>Zaehner, “Zoroastrianism,” p. 222.</ref></blockquote>
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<blockquote>Parece provável que foi dele e de seus seguidores imediatos que os judeus derivaram a ideia da imortalidade da alma, da ressurreição do corpo, de um diabo que trabalha não como servo de Deus, mas como seu Adversário, e talvez também de um Salvador escatológico que iria aparecer no fim dos tempos. Todas essas idéias, de uma forma ou de outra, passaram tanto para o Cristianismo quanto para o Islã.<ref>Zaehner, “Zoroastrianism,” p. 222.</ref> </blockquote>
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== The mystical path of Zoroastrianism ==
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== A senda mística do Zoroatrismo ==
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Some modern-day Zoroastrians say that Zarathustra taught a path of mystical union with God. Dr. Farhang Mehr, a founder of the World Zoroastrian Organization, says that the Zoroastrian mystic seeks union with God but retains his identity. In his book ''The Zoroastrian Tradition'', he writes: “In uniting with God, man does not vanish as a drop in the ocean.”<ref>Farhang Mehr, ''The Zoroastrian Tradition: An Introduction to the Ancient Wisdom of Zarathustra'' (Rockport, Mass.: Element, 1991), p. 93.</ref>
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Alguns zoroastristas modernos dizem que Zaratustra ensinou uma senda de união mística com Deus. O Dr. Farhang Mehr, fundador da Organização Mundial do Zoroastrismo, diz que o místico do Zoroastro busca a união com Deus, mas mantém sua identidade. Em seu livro "The Zoroastrian Tradition", ele escreve: “Ao se unir a Deus, o homem não desaparece como uma gota no oceano.”<ref> Farhang Mehr, "The Zoroastrian Tradition: An Introduction to the Ancient Wisdom de Zaratustra" [A tradição zoroastriana: uma introdução a sabedoria antiga de Zaratustra] (Rockport, Mass .: Element, 1991), p. 93.</ref>
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Mehr says that Zarathustra was “the greatest mystic” and that the path of mysticism is rooted in the Gathas. According to Mehr, the path of mysticism in Zoroastrianism is called the path of Asha, or the path of Truth or Righteousness.<ref>Ibid., pp. 94, 93, 70; telephone interview with Farhang Mehr, 1 July 1992.</ref>
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Mehr diz que Zaratustra foi “o maior místico” e que a senda do misticismo está enraizado nos Gathas. De acordo com Mehr, a senda do misticismo no Zoroastrismo é chamado de senda de Asha, ou senda da Verdade ou Retidão.<ref> Ibid., Pp. 94, 93, 70; entrevista por telefone com Farhang Mehr, 1 de julho de 1992.</ref>
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Mehr delineates six stages in this path, which he correlates to the attributes of the six Holy Immortals. In the first stage the mystic strengthens the good mind and discards the evil mind. In the second stage he embodies righteousness. In the third he acquires divine courage and power. This enables him to selflessly serve his fellowman.
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Mehr delineia seis estágios nesta senda, que ele correlaciona aos atributos dos seis Santos Imortais. No primeiro estágio, o místico fortalece a mente boa e descarta a mente má. No segundo estágio, ele personifica a justiça. No terceiro, ele adquire coragem e poder divinos. Isso o capacita a servir abnegadamente ao próximo.
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In the fourth stage the mystic acquires universal love. This allows him to replace self-love with a universal love—God’s love for all. In the fifth stage he achieves perfection, which is synonymous with self-realization. And in the sixth and final stage, he achieves immortality, communion (or union) with God.<ref>Mehr, ''Zoroastrian Tradition'', pp. 94–96.</ref>
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No quarto estágio, o místico adquire o amor universal, permitindo que ele substitua o amor próprio por um amor universal - o amor de Deus por todos. No quinto estágio, ele atinge a perfeição, que é sinônimo de autorrealização. E no sexto e último estágio, ele alcança a imortalidade, comunhão (ou união) com Deus.<ref> Mehr, "Tradição Zoroastriana", pp. 94-96.</ref>
    
== Seu serviço como mestre ascenso ==
 
== Seu serviço como mestre ascenso ==

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