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<blockquote>Todos os zoroastrianos, homens e mulheres, usam [uma] corda como cinto, passada três vezes em volta da cintura e com nós nas costas e na frente. A iniciação ocorreu aos quinze anos; e depois disso, todos os dias pelo resto de sua vida, o próprio crente deve desatar e refazer a corda repetidamente ao orar. O simbolismo do cinto (chamado em persa de “kusti”) foi elaborado ao longo dos séculos; mas é provável que, desde o início, as três espirais pretendiam simbolizar a ética tríplice do Zoroastrismo e, assim, concentrar os pensamentos do usuário na prática de sua fé.</blockquote>
 
<blockquote>Todos os zoroastrianos, homens e mulheres, usam [uma] corda como cinto, passada três vezes em volta da cintura e com nós nas costas e na frente. A iniciação ocorreu aos quinze anos; e depois disso, todos os dias pelo resto de sua vida, o próprio crente deve desatar e refazer a corda repetidamente ao orar. O simbolismo do cinto (chamado em persa de “kusti”) foi elaborado ao longo dos séculos; mas é provável que, desde o início, as três espirais pretendiam simbolizar a ética tríplice do Zoroastrismo e, assim, concentrar os pensamentos do usuário na prática de sua fé.</blockquote>
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<blockquote>Further, the kusti is tied over an inner shirt of pure white, the “sudra,” which has a little purse sewn into the throat; and this is to remind the believer that he should be continually filling its emptiness with the merit of good thoughts, words and deeds, and so be laying up treasure for himself in heaven.<ref>Boyce, ''Zoroastrians'', pp. 31–32.</ref></blockquote>
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<blockquote>Além disso, o kusti é amarrado sobre uma camisa interna de puro branco, o “sudra”, que tem uma bolsinha costurada na garganta; e isso é para lembrar ao crente que ele deve estar continuamente enchendo seu vazio com o mérito de bons pensamentos, palavras e ações, e assim acumular tesouros para si mesmo no céu.<ref>Boyce, "Zoroastrians", pp. 31–32.</ref></blockquote>
    
[[File:ZoroastrianPriest Banier1741a.jpg|thumb|A Zoroastrian priest reads from a book while performing a sacrifice, Bernard Picart (1673–1733)]]
 
[[File:ZoroastrianPriest Banier1741a.jpg|thumb|A Zoroastrian priest reads from a book while performing a sacrifice, Bernard Picart (1673–1733)]]
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