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O teósofo E. L. Gardner descreveu os elementais, particularmente as sílfides, com riqueza de detalhes:  
 
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<blockquote>The natural “body” used by elementals seems to be a pulsing globe of light. Streams of force radiating from this center build up floating figures, “wings” of radiating energy, and filmy shapes of vaguely human likeness. In the more evolved forms the heads and eyes are always clearly distinguishable; often the whole figure is there, with a “center” of light blazing at the heart or head.</blockquote>
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<blockquote>O ‘corpo’ original dos elementais assemelha-se a um globo pulsante de luz. Feixes de energia que se irradiam
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do centro, criam figuras flutuantes, ‘asas’ de energia luminosa e formas diáfanas, que se assemelham vagamente às humanas. Nas formas mais evoluídas, a cabeça e os olhos destacam-se sempre e, em geral, a figura aparece por inteiro e tem um centro de luz que resplandece no coração ou na cabeça.</blockquote>
  
 
<blockquote>A sylph of this type might materialize into a beautiful male or female form for work ... among plants, animals, or even human beings, but its natural body is ... iridescent, changing, pulsating ... but not limited to a fixed or definite shape.<ref>E. L. Gardner, intro. to Geoffrey Hodson, ''Fairies at Work and at Play'' (London: The Theosophical Publishing House LTD, 1976), p. 21. First published in 1925.</ref></blockquote>
 
<blockquote>A sylph of this type might materialize into a beautiful male or female form for work ... among plants, animals, or even human beings, but its natural body is ... iridescent, changing, pulsating ... but not limited to a fixed or definite shape.<ref>E. L. Gardner, intro. to Geoffrey Hodson, ''Fairies at Work and at Play'' (London: The Theosophical Publishing House LTD, 1976), p. 21. First published in 1925.</ref></blockquote>

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Cirrus clouds2.jpg

Como diretores do elemento ar, estas chamas gêmeas trabalham com as Doze hierarquias de Áries, Touro e Gêmeos, para ensinarem à humanidade a mestria do corpo mental, e com os hierarcas de Gêmeos, Libra e Aquário, para ensinarem a mestria do elemento ar.

Os amados Áries e Thor dirigem as atividades iluminadas provenientes da mente do Cristo, da inspiração e da respiração, da aspiração e expiração do sopro do Espírito Santo, e da purificação do elemento ar, da atmosfera e do cinto mental.

As sílfides que os assistem são elementais do ar que controlam os quatro ventos, a atmosfera e as nuvens. Uma vez que todos os elementais são imitadores por excelência, e as sílfides não são uma exceção, elas modelam as nuvens seguindo os padrões que observam nos planos físico, astral, mental e etérico da Terral Quando vemos figuras de anjos retratadas nas nuvens, sabemos que eles estão próximos, pois as sílfides viram-nos e formaram nuvens à sua imagem e semelhança. Da mesma forma, animais e monstros reproduzidos nas nuvens escuras, representam a discórdia da humanidade que grassa no mar astral e agita a vida elemental, impedindo-a de agir de acordo com a lei da harmonia. Os sinais dos tempos podem ser lidos nas atividades da vida elemental, que registram fielmente as ordens que anjos e homens transmitem à natureza.

Mark Prophet descreveu as sílfides da seguinte forma:

Elas são lindas. São como as fadas de longos cabelos dourados e corpos muito esbeltos, seráficos e bem delineados. Flutuam no ar e contorcem o corpo dando-lhe formas diferentes. Às vezes, curvam as pernas para trás e arrastam-nas como se fossem uma roupa, enquanto os braços exibem os gestos graciosos das bailarinas.

Os seus rostos são belos como os das mulheres mais formosas, mas a diferença está na pureza do semblante. Ali não há luxúria ou crueldade. As únicas exceções são as sílfides que adotam formas e atitudes mais semelhantes às humanas, quando estão subordinadas a elas.

Porém, quando incorporam atitudes humanas negativas e qualidades conflitantes que copiam dos homens, tentam livrar-se delas usando a força centrífuga, e expelem as vibrações de ódio e raiva rodopiando no ar. Podem girar tão rapidamente que o vento que geram pode chegar a 250 quilômetros por hora. É essa a força que está por detrás dos furacões.[1]

O teósofo E. L. Gardner descreveu os elementais, particularmente as sílfides, com riqueza de detalhes:

O ‘corpo’ original dos elementais assemelha-se a um globo pulsante de luz. Feixes de energia que se irradiam do centro, criam figuras flutuantes, ‘asas’ de energia luminosa e formas diáfanas, que se assemelham vagamente às humanas. Nas formas mais evoluídas, a cabeça e os olhos destacam-se sempre e, em geral, a figura aparece por inteiro e tem um centro de luz que resplandece no coração ou na cabeça.

A sylph of this type might materialize into a beautiful male or female form for work ... among plants, animals, or even human beings, but its natural body is ... iridescent, changing, pulsating ... but not limited to a fixed or definite shape.[2]

The sylphs are bearers of the “prana of the Holy Spirit that is the very life breath of the soul.” They stand “with the Lord Maha Chohan as he breathes the breath of life into the newborn soul and as the threefold flame is rekindled once again upon the altar of the heart.” They are “the great transmitters of the currents of the Holy Spirit from heaven to earth” and they are “giant transformers, conductors of the currents of the mind of God unto the mind of man.”[3] The sylphs wash and purify the atmosphere and aerate the mind and heart and every cell of life.

It is important for mankind to give heartfelt prayers of gratitude to the sylphs and to call for their protection.

See also

Elementals

Sources

Mark L. Prophet and Elizabeth Clare Prophet, The Masters and Their Retreats, s.v. “Aries and Thor.”

  1. Mark L. Prophet, An Introduction to the Elementals (Uma Introdução aos Elementais), 12 de outubro de 1964.
  2. E. L. Gardner, intro. to Geoffrey Hodson, Fairies at Work and at Play (London: The Theosophical Publishing House LTD, 1976), p. 21. First published in 1925.
  3. Aries and Thor, “The Servants of God and Man in the Air Element,” Pearls of Wisdom, vol. 23, no. 16, April 20, 1980.