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Saint Germain trabalhou, a partir de planos internos, como Mestre | Saint Germain trabalhou, a partir de planos internos, como Mestre Instrutor dos neoplatônicos e inspirou o filósofo grego Proclus (c. 410–485), o respeitado diretor da Academia de Platão, em Atenas (Grécia). Sob a tutela do mestre, Proclus baseou a sua filosofia no princípio que afirma a existência de apenas uma realidade – o “Um”, que é Deus, ou a Divindade, a meta final de todos os esforços da vida. Os escritos de Proclus abrangiam quase todos os ramos do saber – da filosofia à astronomia, da matemática à gramática. Ele reconhecia que a sua iluminação e filosofia vinham do alto, e considerava-se uma pessoa por cujo intermédio a revelação divina chegava à humanidade. | ||
Instrutor dos neoplatônicos e inspirou o filósofo grego Proclus (c. 410–485), o respeitado diretor da Academia de Platão, em Atenas (Grécia). Sob a tutela do mestre, Proclus baseou a sua filosofia no princípio que afirma a existência de apenas uma realidade – o “Um”, que é Deus, ou a Divindade, a meta final de todos os esforços da vida. Os escritos de Proclus abrangiam quase todos os ramos do saber – da filosofia à astronomia, da matemática à gramática. Ele reconhecia que a sua iluminação e filosofia vinham do alto, e considerava-se uma pessoa por cujo intermédio a revelação divina chegava à humanidade. | |||
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Saint Germain trabalhou, a partir de planos internos, como Mestre Instrutor dos neoplatônicos e inspirou o filósofo grego Proclus (c. 410–485), o respeitado diretor da Academia de Platão, em Atenas (Grécia). Sob a tutela do mestre, Proclus baseou a sua filosofia no princípio que afirma a existência de apenas uma realidade – o “Um”, que é Deus, ou a Divindade, a meta final de todos os esforços da vida. Os escritos de Proclus abrangiam quase todos os ramos do saber – da filosofia à astronomia, da matemática à gramática. Ele reconhecia que a sua iluminação e filosofia vinham do alto, e considerava-se uma pessoa por cujo intermédio a revelação divina chegava à humanidade.